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domingo, 17 de julho de 2011

Justiça

   Todo ano, muita gente é presa ou talvez morta sendo inocente de algum ato. Esta história abaixo é referente a Justiça, algo em que em qualquer lugar deve ter e precisa ser seguida, para não acabar indo para o lado errado.
A Justiça, desde que seja plena
     Em Nova York, existe vários tipos de penas para as pessoas que fazem algo errado, mas tem muito bandido que não  liga para isso. Por exemplo Matheus, um cara muito jovem, 19 anos, mas sua fucha criminal já é gigante.
   Lauro é irmão de Matheus, e vive acorbertando o rapaz da polícia e outras pessoas que querem a cabeça do irmão. Pois é, Mathues tem inimigos aos montes e não mora dentro de casa, pois seu quarto é no porão, onde tem uma porta de ferro.
   Lauro, sendo o irmão mais velho, vive preocupado com Matheus. Os dois eram orfãos e nunca o irmão mais novo colocou comida na mesa. E também sempre se aproveitou da bondade de Lauro para se safar de perigos. O irmão mais velho era analista de sistemas de uma empresa muito grande e a cada dia, crescia dentro do trabalho.
  Matheus tinha um meio emprego. Era bandido. Vivia em enrascadas, certa vez, foi até a sede onde os seus amigos foras da lei ficam. O chefe, Leonardo foi até e ele e disse algumas coisas (instruções) para Matheus fazer:
- Matheus, vai ter roubo grande na cidade.
-Aonde Léo?
- Na casa de uns milionários. Mas a gente precisa de você pra duas coisas!
- Pode contar comigo. O que é?
- Em primeiro lugar para invadir a casa dos malandro.
- Isso eu posso fazer rapidinho. E a outra, o que é?
- Você sabe que nossos carros já são bem conhecidos da polícia não sabe?
- Sei sim, mas o que você quer que eu faça?
- Pega o carro do seu irmão escondido. A gente vai, rouba e você volta para a tua casa. vai rolar muita grana cara.
- Tá, não sei se meu irmão vai gostar, mas eu enrolo ele, meu irmão é um idiota completo, esses dias eu roubei ele, até hoje ele nem notou.
    E foi isto que Matheus fez, na noite combinada, o jovem ladrão foi até o carro do irmão, que era um carro unico na cidade e foi buscar seus amigos bandidos no mesmo lugar da cena passada. Eles iriam roubar muito pela quantidade de armas.
- Pô, o carro do teu irmão é uma belezinha hein. Agora vamos, tem muita pedra preciosa para pegar, meu amigo.
  Matheus e seus amigos (Se é que se podia chamar de amigos) e foram até a casa de uma família milionária de New York.
   Quando chegaram naquela gigante casa, todos desceram, Matheus só teve uma parte nisso, que foi arrombar a porta da forma que só ele sabia fazer. E depois voltou para o carro, dar cobertura. Os outros entraram para assaltar a casa.
   Dali alguns minutos, todos sairam correndo da casa, Matheus olhou, havia um segurança ali olhando a placa do carro. Léo tentou entrar no veiculo, mas o motorista não deixou, ele se arrancou com tudo para sair dalí. E saiu.
  Dias depois, muita gente estava atrás de Matheus. Que não saia do seu quarto. Lauro não sabia por que, mas foi trabalhar. Quando voltava do trabalho, Lauro foi seguido e dentro de casa foi capturado e levado para a delegacia.
- Então o senhor é Lauro Xavier
- Sim sou eu
- Você está indiciado para comparecer em seu julgamento.
- Sob que acusação?
- Você empresou seu carro para um monte de bandidos.
- EU?
   Lauro Ficou ali mais uns minutos, assinou as coisas e já sabia do que se tratava. Chegou em casa, arrombou a porta do sótão e na cama havia um bilhete:
" Meu irmão, vou sumir por uns instantes, peguei seu carro, desculpe por qualquer coisa"
   Dias depois, no julgamento de Lauro, ele foi condenado a 20 anos de prisão, por que os bandidos haviam matado o babê da família. Matheus ficou se culpando o resto de sua vida por seu irmão ter sido injustiçado, mas não teve coragem de livrar Lauro da cadeia.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Toda a ação tem uma reação

Ação & reação
    Alison era corredor de corridas com carros. Já tinha conquistado vários premios nacionais e mundiais. Alison estava pronto para correr em outras mundial quando sonhou com uma criança que dizia para ele uma coisa:
Toda ação tem uma reação
Alison não dava bolas para sonho. Naquela época, nos Estados Unidos, haviam criado uma maquina que soltava gás por trás do carro e seria como uma especie de um turbo. E Alisson estava com o carro tunado, cheio dessa nova tecnologia.
    Outro rapaz que corria mundialmente era Ivo, um rapaz honesto que não tinha tecnologias daquele tipo, ele gostava de ganhar por si mesmo, sem ninguém ou alguma coisa que o favorecesse. Era um homem honesto desde criança.
 Ivo e Alison eram supe inimigos quando se tratava de alguma coisa com corrida. Adversários, Alison havia ganhado quase todas as carridas. Alison foi até o seu amigo, que era seu colega nas corridas e falou:
- A nova tecnologia, a dos Estados Unidos chegou, a produção está encaixando no carro.
- Cara, eu digo e repito, cuidado com esta maquina, quando for decida, não use o turbo, é perigoso, espero que você saiba lidar com isso.
- Pode deixar irmão, eu sei mexer sim, vai dar certo e eu vou se deus quiser vencer o mundial, essa é apenas uma corrida.
- Como eu já disse, se cuida isso pode ser muito perigoso.
    Já Ivo estava de bem com todo mundo. Seu carro não tinha nada que pudesse o ajudar a ganhar esta corrida. Já haviam feito uma propaganda sobre os produtos americanos para ele, mas Ivo recusou tudo, dando uma de honesto.
   A corrida iria começar, Ivo e Alison se cruzaram, como dois inimigos mortais, um disse ao outro, mas foi Alison que puxou a provocação:
- E então Ivo, pronto para perder nesta corrida?
- Cara, não sou só eu que estou te avisando, mas a tecnologia que você vai usar é perigosa, cara, corra  com outro carro.
- Está me dizendo isto por que tem medo de perder para mim, por isso quer que eu largue meu beneficio para você ganhar, mas sabe quando isto vai acontecer? Nunca, eu sou melhor que você, saiba disso.
- Então, já que você não está disposto a ouvir ninguém, vai com o seu carro, mas só uma coisa, não diga depois que eu não avisei, ou melhor, isso se você puder falar alguma coisa não é? Pode ser letal pra você.
    A corrida começou, Alison passou na frente por conta de seu carro tunado, mas Ivo também estava bom na corrida, estava em segundo. Mas o segundo lugar dele estava prestes a acabar, mas adiante, havia um barranco, e ele foi diminuindo a velocidade.
   Alison, para ganhar a corrida, notou que o homem havia reduzido e pensou que aquela seria a hora dele dar um turbo e ganhar de vez a corrida e foi exatamente isto que ele fez, mas se esqueceu do barranco. Para os espectadores foi possivel ver o carro, ou melhor, os destroços do carro caidos no fim do barranco. Aquela corrida não teve ganhador.

Então, conclui-se: Alison teve a ação de usar o melhor carro(com a tecnologia avançada) para correr naquele dia. Outra ação foi acelerar no lugar proximo ao barranco e a reação foi: Ficou tetraplegico e perdeu alguns sentidos. Toda ação tem uma reação, mesmo sendo boa.

domingo, 3 de julho de 2011

Orgulho...

    Um irmão rico, chamado Ptolomeu de Assis acabou de descobrir que tem um outro irmão. Para ele foi um choque, mas também uma alegria. Ele tinha achado que seus irmãos tinham morrido faz muito tempo, mas pelo visto não.
    O outro irmão se Chamava Ricardo, era professor de Quimica em um colégio bem pobre, ganhava em média um salário minimo por mês. Por isso, quando tinha tempo, iria ajudar seu amigo a catar latinha na rua.
   Certo dia, Ptolomeu passou pela aquela rua e o carrinho do lixo estava atrapalhando a sua passagem. Ele tinha uma reunião urgente. O amigo de Ricardo disse que era rápido, mas Ptolomeu não queria saber. Ele só queria passar.
   Um homem que saiu de trás do carro despertou a curiosidade de Ptolomeu. Era Ricardo, mas ele nem notou que o rapaz podia ser seu irmão mais novo e continuou falando que o carrinho estava em sua frente e ele precisava passar.
   Ptolomeu ficou furioso quando o amigo de Ricardo disse para ele esperar, o rapaz rico deu um chute no carrinho, que quebrou as suas rodas e ele dispencou. Todo o lixo foi parar no chão. Tomado pela curiosidade, Ptolomeu tirou uma foto de Ricardo e foi embora, enfurecido.
    O amigo de Ricardo que caiu no chão aos prantos por ter perdido toda a coleta daquele dia, estava com raiva do rico. Ricardo, como um bom amigo, se aproximou de seu coléga, colocou a mão em seu ombro e começou a falar:
- Calma, deixe esse aí ficar se bancando de rico, por que um dia, a gente troca de lugar.
- O que adianta, agora a gente já perdeu toda a coléta de hoje. E olha que a gente pegou muito lixo. Achei que iria dar para comprar uma carne para o final de semana.
- Não há problema meu amigo, vamos ajuntar esse lixo aqui para levar para o seu patrão e você não precisa me pagar por estar te ajudando.
- Não que isso, você está me ajudando então vai ganhar a mesma coisa...
- Para mim vale mais a amizade do que um simples bocado de dinheiro. E além do mais, se você me der um pedaço de carne, estamos kits.
     Os dois rapazes pobres ajuntaram todo o lixo, honestamente, foram até o recolhimento de lixo e sairam de lá com 50 reais. Tinha sido uma colheta muito boa.
    Mas por outro lado, Ptolomeu foi até o padre e mostrou a foto de Ricardo, eles eram identicos, a não ser por causa de uns fios de cabelo e a cor do olho. Então Ptolomeu disse para o padre falar com Ricardo e contar toda a verdade.
    E foi isso que aconteceu. O padre mostrou fotos de Ricardo quando era criança, fotos dos pais dele, mostrou a certidão de nascimento dele e por ultimo, pediu para que o jovem pobre fosse a casa de Ptolomeu conversar com seu irmão.
    Ptolomeu recebeu seu irmão em casa, mas tinha nojo dele. Era catador de lixo, em outras palavras, um pobre. O rico pediu para a empregada fazer um suco, pois ele não daria chanpangne a um pobre. E eles continuaram conversando.
     Em meio a muitos risos e piadas, Ptolomeu pediu um chanpagne para comemorar a volta do irmão e falou uma coisa que nunca achava que iria dizer para um pobre.
- Você é muito legal Ricardo, me desculpe por ontem e pelo carrinho de lixo.
- Eu te vou te perdoar, se nós não perdoamos nossos irmãos, ninguém nos perdoará.
    E assim continuaou até a morte dos dois irmãos, sempre conversando e rindo junto. Ptolomeu aprendeu a amar uma pessoa pobre. O que para ele, seria impossivel.
E se conclui: Você não deve ter orgulho de ser rico e por isso não falar com pobres. Muitas vezes, eles podem ser muito legais.