Subscribe:

Ads 468x60px

Mostrando postagens com marcador história. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador história. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A coragem

      Muita gente tem coragem e as vezes é necessário controlar os medos para conseguir o que se quer. Na história a seguir estou mostrando que a coragem é uma das virtudes mais vistas por todo mundo. E é sempre necessário tê-la.
UM DIA COM OS CANGACEIROS

     jair nunca tinha conseguido emprego em nenhuma vez de sua vida. E quando conseguiu, largou por causa do medo que tinha de certas coisas. Este era o problema de Jair, ele não tinha sequer uma gosta de coragem.
     Ele e sua família moravam no nordeste do Brasil, onde os cangaceiros reinam, e era disso que ele tinha mais medo na vida. Não podia pensar neles que já corria para atrás de sua mãe, Dona Formosa. mas mesmo assim, não estava seguro.
    Enfim, ele conseguiu mais um emprego, e melhor, que pagava muito bem. Mas Jair não queria aquele serviço, ele tinha haver muito com os cangaceiros. Era ser segurança de uma grande rede de mercadinhos.
     Ele decidiu que não iria. Na verdade ele nem sabia como tinha passado no teste para isso se nem coragem ele possuia. Mas jair não conseguia com sua mãe, que praticamente o obrigou a ir trabalhar e sem medo:
- Muleque, eu não te criei para você não parar em emprego nenhum por causa de medo.
- Mãe, mas você quer me ver morto é? Aqueles mercado são pertinho, pertinho do acampamento do cangaço.
- Não quero saber, você passou no teste, o dinheiro é bom e você vai para lá sim.
     Não tinha gente que parava Dona Formosa quando ela queria alguma coisa. Ela era totalmente corajosa. Nem sabe por que o filho saiu assim, sem nenhuma gosta desta virtude, mas já que ela mandou, ele vai ter que cumprir.
     Jair chegou no supermercado no outro dia cheio de medo por causa dos cangaceiros, quando chegou, começou a fazer amizade com outros seguranças do mercadinho. Mas em vez de ser acalmado, ficou ainda pior:
- Jair, você teve sorte mesmo cara. ontem mesmo os cangaceiros vieram aqui no mercadinho, quase que morreu um cara.
- Morreu? Ou quase? Ataque de cangaceiros. Meu padrinho padre Cirso, os cangaceiros estão por aí? Perto do mercado?
- Claro, é só virar a rua que você já vê os caras. Tome muito cuidado meu amigo. Eles às vezes chegam por trás dos seguranças e levam eles como reféns.
- Meu Deus!
   jair chegou em casa todo choramingando. A mãe dele, estava fazendo café para o filho quando viu ele ali, todo borrado:
- Filho, o que aconteceu?
- Mãe, o cara lá do supermercado me falou que os cangaceiros tiveram lá ontem mesmo.
- Ah filho, achei que você tinha sido demitido ou coisa do tipo. Vai tomar café para amanha ir trabalhar filho!
- Tá bom mãe, um dia eu ainda tomo coragem.
    jair dormiu bem e foi trabalhar, quando menos esperava, foi capturado por um cangaceiro que o ameaçava dizendo:
- Você vai com a gente, fique quieto.
- Calma cara, por favor, não fique nervoso.
    Jair foi levado até o acampamento dos cangaceiros, onde foi colocado em um tronco. O chefe dos cangaceiros:
- Teu nome é Jair não? Então, quanto tempo você acha que vai ficar aqui?
- Até quando o senhor resolver me soltar.
- kkkkkk - Você acha que eu vou te soltar?
- Por favor senhor, me solte.
- Não, você vai ficar aqui sozinho seu idiota. - Fala ele saindo da cabana.
   Passou o dia. Jair pegou uma faca que estava com ele escondido onde você nem pode imaginar. Enquanto cortava a corda, ele se lembrava de que antes de dormir na noite de ontem, ele pegou uma faca e guardou com si.
   Quando terminou de cortar. Jair olhou bem e saiu correndo. Foi até em casa e ele e sua mãe foram para outro lugar. Ele tinha conquistado a coragem.

Conclui-se: Mesmo Jair temndo não enfrentado os cangaceiros, ele teve coragem de falar com o lider deles, o que já mostra um pouco do medo que se foi.
Aguardem, esta história pode ter parte 2

domingo, 8 de maio de 2011

História do dia das mães

  Esta história foi feita o ano passado (2010) no dia das mães, ela é emocionante e foi eu mesmo que a criei, aprecie.
A verdadeira mãe
   Em um orfanato, em um lugar desconhecido, viviam várias crianças abandonadas, todas elas recebiam presentes nos dias de comemoração das freiras do lugar. Dia das crianças, ganhavam presentes, natal, ganhavam presentes. Páscoa, ganhavam presentes.
    Aroldo, um garoto de dez anos, morava no orfanato e pelo que se lembra nunca saiu dali, era um dos garotos mais regeitados pelas clientes do Orfanato, toda a vez que os pais pediam para Aroldo falar, ele se achava e começava a dizer coisas boas dele para as pessoas. E os pais não gostavam, achavam o garoto muito convencido.
     No dia primeiro de maio, Aroldo viu em seu calendário o dia das mães, ele por fim, sentiu vontade de presentear a sua mãe, mas aí estava o problema, sua mãe tinha o abandonado naquele orfanato cheio de freiras. Ele decidiu tentar descobrir quem era sua mãe (sendo que seria uma tarefa extremamente difícil) a ideia do garoto foi ir até a irmã Joaquina, uma das freiras do lugar. 
- Aroldo, eu já te disse muitas vezes, você foi abandonado na capela da igreja, ninguém viu quem era a sua mãe. 
- Mas vocês não tem nenhuma pista?
- Eu te encontrei lá no dia seguinte, desnutrido, tive que trazer você para o orfanato. 
- Então eu nunca vou ver a minha mãe?
- Veja pelo lado bom, ela queria você protegido pela graça divina e te deixou na igreja!
   Aroldo saiu dali triste, achou que nunca iria ver a sua mãe, que aquele seu sonho era patetico e muito idiota, decidiu desistir de encontrar a sua mãe, viu que seria uma tarefa impossivel, se deitou em seu beliche e começou a chorar. 
   No dia seguinte, o colega de Aroldo, iria ser adotado por um casal italiano, aquele outro garoto falou palavras que ficariam gravadas para sempre na cabeça de Aroldo:
- Aroldo, não perca as esperanças de encontrar a sua mãe, mãe é quem cuida!
- Tá bom
Aquilo despertou algo na cabeça de Aroldo, aquilo significava que ele não precisava procurar sua mãe, por que aquela mulher, apenas o carregou em seu ventre, talvez ele fosse indesejado pela mulher, então refletiu mais no que seu amigo tinha o falado.
   Ele pensou nas professoras, no diretor da escola, que era seu amigo e trocavam figurinhas de cards na escola (depois de bater o sinal) Ele pensou na zeladora, que cuidava dele após bater o sinal enquanto as freiras não vinham o buscar, E depois de pensar na zeladora, se lembrou das freiras.
   Ele começou a analizar cada freira em especial, cada mulher daquela que cuidou dele todos aqueles dez anos. Tinha a Irmã Augusta, era a irmã que o obrigou a decorar a tabuada, ajudou ele nas tarefas de matemática mais dificeis. Tinha a freira Leila, que era a irmã das guloseimas, sempre fazia ou comprava bolachas para os muleques lá no orfanato. Tinha a irmã Fernanda, que era de família rica e sempre presenteava os meninos lá do orfanato. E por fim, tinha a irmã Joaquina, ela não sabia cozinhar feijão, não era de família rica, não era boa em matemática, mas tinha ensinado Aroldo a falar suas primeiras palavras, tinha ensinado ele a andar, tinha dado carinho para ele por dez anos. Aroldo chegou a conclusão que a irmã Joaquina era sua verdadeira mãe.
   Então naquele dia das mães, Aroldo deu o que a freira sempre deu para ele, não era algo material, era carinho, amor, comprenção e além de tudo, tinha encontrado o menino. Aroldo deu o melhor presente para a irmã naquele ano, ser chamada de mãe.
um feliz dia das mães!  

sábado, 7 de maio de 2011

História 2

  Esta história foi criada por mim mesmo enquanto escrevia este post, o nome da história é:
acordar cedo, viajar tarde
 Uma família, composta por quatro pessoas: Pai, mãe, filho e filha, iria viajar para Orlando, na Flórida, bem de manha. Eles pegariam o carro naquele domingo e iriam até o aeroporto de São Paulo rumo aos Estados Unidos.
  Era Sábado, todos tinham arrumado as malas, menos o filho mais novo, a mala não estava completa, ele havia colocado cuecas, roupa de roqueiro, mas nenhuma calsa. A filha tinha colocado milhares de óculos neway, mas não tinha colocado sutiã. O pai, tinha colocado em sua mala o seu laptop com todo o trabalho, mas não tinha colocado as cuecas. Somente a mãe, havia colocado em sua mala, tudo que ela iria usar. Naquele sábado, para eles dormirem cedo, pidiram uma pizza, um refrigerante e outras guloseimas de fastfood.
   Eles comeram, o encaregado de lavar a louça era o filho roqueiro, todos sairam da cozinha, havia ficado ele e Deus naquele lugar. O garoto não era burro, tirou um game para jogar enquanto os outros tomavam banho para dormir. O garoto acabou adormecendo enquanto jogava, e a louça... continuou suja.
  A filha tomou seu banho, era do tipo patricinha, que gastava litros e mais litros de água num banho de 20 minutos. O pai, era o certinho da família (completamente diferente do filho), ele tinha que ficar cheiroso, foram mais 17 minutos para o seu banho (ia mais ou menos meio sabonete a cada banho do pai) . A mãe não, ela tomou um banho básico de três minutos, como ninguém daquela família fazia. Eles não estranharam de o filho não tomar banho (nunca tomava).
    Tudo estava programado para as 5:00 da manha de domingo. A mãe acordou para fazer um café (para acordar a galera). Depois o pai levantou, foi para a cozinha e se deparou com o filho dormindo na cadeira, com um game na mão e a louça... suja. A mãe chegou na cozinha logo após e viu o filho abraçado no video game e a louça totalmente suja. Iria começar uma manha dificil para todos.
     O pai acordou o filho, nervoso e disse para o garoto se vestir. A mãe foi lavar a louça, e quando abriu o forno micro-ondas, uma explosão de banha sujou o chão (o garoto tinha levado um amiguinho meio louco para brincar na sexta, eles deixaram a banha no micro-ondas) agora toda aquela coisa caiu no chão. O filho foi acordar a filha, mas a cama estava muito boa, ele acabou por dormir em cima de sua irmã(que ele considerava nojenta).  
   A mãe lavou a louça em primeiro lugar (enquanto o pai da família tomava seu segundo banho), a louça era uma pilha gigante, ela demoraria uns dez minutos para lavar tudo. O pai, já passava dos dez minutos de banho sem parar. Em segundo lugar, a mãe pegou a vassoura e começou a varrer para fora aquela banha nojenta supostamente jogada ao chão. Em terceiro luga, ela foi fazer o café. E precisava se apressar, o voo para Orlando saia das 10:00 e ainda tinham que ir de carro até São Paulo (eles moravam no Rio Grande do Sul). O pai e a mãe notaram que as crianças não estavam a postos ainda, e ela mesma falou para o seu marido:
- Vamos tomar nossos cafés, quando eles levantarem, vão comer alguma coisa.
- tá bom - disse o pai, concordando.
Eles tomaram café e a mãe decidiu ir até o quarto da menina,encontrou os dois dormindo, e achou que estavam fazendo iguais anjinhos e deixou eles, Decidiu pegar as malas, estavam abertas. Na mala do garoto, não havia quase nada. No da menina, havia muita bugiganga de patricinha, a mãe deu um grito.
  Os meninos levantaram e foram tomar café. Mas eles não iriam conseguir mais nada, já era oito e meia. Eles decidiram partir de pijama mesmo, colocaram com pressa as malas no carro (o computador do pai quebrou) e partiram. Chegaram no aeroporto mas não olharam na hora. Chegaram para a atendente e perguntaram:
- que horas sai o voo para Orlando?
- Senhor, esse voo já saiu.
Eles ficaram arrazados, uma porque já tinham comprado as passagens e outra, por que poderiam ter chegado a tempo.

esta história visa a cooperação, por que se todos tivessem cooperado com si mesmos, a viagem teria dado certo

sexta-feira, 6 de maio de 2011

uma pequena história

  Sei que muitos vão deixar o programa de lado... acho eu! Então tomei a iniciativa de contar uma história para vocês. Aprendi ela em uma aula de ensino religioso e é maravilhosa.A história não tem nome, mas eu adoro pensar nela.
 Joãozinho e Mariazinha (pra variar sempre esses dois) eram irmãos que estavam sempre se aventurando por aí, Joãozinho era fera na bicicleta (que naquela época o pneu era do tamanho de meia pessoa) enquanto Mariazinha ganhava dinheiro encima dos colegas.
  A mãe desses dois tinham um pato de estimação, era igual a um cachorro, só que com penas e... bico e... enfim. Eles moravam em uma chácara enorme, tinha lugar para brincar e muitas outras coisas.
   Certa vez, Joãozinho e Mariazinha voltaram da escola, o almoço não estava pronta, então João foi brincar com sua bicicleta, havia feito até rampas e começou a brincar. Perto da hora do almoço, a mãe havia chamado e ele foi guardar a bicicleta na garagem, ele não viu, mas passou por cima do pato, acertou em cheio no pescoço do coitado do pato.
   Joãozinho entrou em depressão imediata, ele havia matado o pato de estimação da mãe, ficou amargurado na hora. Ele estava chorando quando chegou Mariazinha foi até ele e disse tentando ser uma boa irmã:
- Não chore Joãozinho, não se amargure por causa de um pato morto
- Mas acontece que era o pato da mamãe!
- João, vamos enterrá-lo, daí você diz para a mamãoe que ele fugiu
Joãozinho se alegrou e disse:
- Então tá, faremos isso.
Ele enterrou o pato e foi para casa como nada tivesse acontecido. Terminou o almoço e a mãe dos dois falou para Maria Lavar a louça. A mãe se retirou e Maria Falou:
- João, vai lavar a louça.
- eu já lavei ontem... hoje é seu dia.
- João, olha o pato. - Disse ela, chantageando.
João cedeu.
No outro dia, cedeu de volta. Fez até as tarefas de Maria, varreu a casa. Até o dia em que ele não aguentou mais e foi até sua mãe.
- Mãe, eu matei o pato.
- Você não disse que ele tinha fugido filho?
- Fui eu que matei, eu passei com a bicicleta encima do coitado.
- João, eu já sabia...
- já?
- é, eu só estava esperando que você me contasse filho, não tem problema, a gente compra outro pato.

E tudo se resolveu.

Esta história visa a verdade, que sempre é necessário